Marc absoluto em Aragão

É meu amigos e leitores, Marc Marquez parece que nem suou para vencer em Aragão. Treinou absoluto, largou da pole position e venceu como quis, controlando tudo láaaaaaa da frente. Não tem para ninguém. É um conjunto absoluto. E é incrível como toda esta força não respingue para Lorenzo. A situação é insustentável ali, pois não bastaria ao grande campeão dizer que a moto não é boa, ele teria que ao menos andar no ritmo de Nakagami e Crutchlow. E não, ele se arrasta lá atrás, indigno de vestir o manto sagrado. Era o que estava fazendo Pedrosa, também um campeão e que em suas últimas temporadas empalideceu frente as performances de Marc Marquez. A moto é difícil e feita para o Marc, mas só as cores da Repsol já automáticamente a colocam entre as 10 primeiras… Era assim. Com as telemetrias de hoje, sabem tudo que o piloto faz na moto, não tem caô… Se o piloto diz que a moto trepidou na entrada da curva, tem que mostrar a trepidação no gráfico. Se diz que a “traseira estava leve”, tem que confirmar no computador. Sendo assim, a equipe e Puig devem estar realmente roxos de raiva ao ver o equipamento caríssimo, a equipe caríssima sendo utilizada para gastar gasolina, pois deste jeito, nem como mula de testes a 99 está servindo. Muito estranho, porque Lorenzo é um excelente piloto, disso não há dúvidas. Ou ele não é mais? A telemetria do Lorenzo deve estar dizendo que ele está de sacanagem, e isso não é bom para ninguém.

Lorenzo gastando gasolina em Aragão

 

Vamos falar de outras coisas, porque da corrida do Marc não há o que falar, ele largou na ponta e sumiu. Vi a boa performance de Aleix Espargaró na adorada Aprilia. Segundo ele, a moto tem de projeto um problema de distribuição de peso onde a frente carrega demais, em freadas fortes a traseira não fica no chão e sem este equilíbrio suas freadas nunca são páreo para os outros. Mas nesta pista específica, as freadas são em curva e apoiadas pela inclinação delas (as curvas), o que faz a traseira ficar em contato com o chão. Iannone também andou bem. Maneiro, sou apriliamaníaco e sofro em ver as RSGP19 apanhando, hoje ela bateu um pouco.

O circuito é lindo. Tomara que dê para fazer fotos assim em Deodoro, com o Mendanha ao fundo

Maverick Viñales brilhou, mesmo não chegando ao pódium. Ele foi bobo de tentar ir buscar o Marc, tá certo que como principal piloto da Yamaha, é obrigação dele, mas deu mole. Marc percebeu, apertou um pouquinho, dispensou a tentativa e o saldo foi que Viñales moeu seus pneus à toa. Passou Quartararo na marra o que é indispensável para ele, e depois fez jogo duro com as Ducatis no final, mas não tinha mais moto. Continuando com as Yamahas, Quartararo é um piloto quase pronto, só precisa da moto do Rossi para melhorar. E Rossi nem vi na pista. Ou melhor, vi sim quando estava observando o Aleix dando um pau nele!! A aceleração das Yamahas dá pena, porque as Ducatis botam do lado e em uma retinha abrem mais de uma moto no apex.

Dovi no paredão de Aragão

As Ducatis de Dovi e Miller fizeram corridas de Ducati, o que significa esperar a reta, botar do lado e afundar a mão. Dovi fez o que sabe fazer bem, que é vir de trás economizando equipamento e ao mesmo tempo sendo rápido. Belíssima corrida e que o enche de moral nos embates internos com Gigi e outros. As Ducatis são complicadas de setup e não tem sido incomum eles não terem as motos prontas para a classificação de largada. Dovi e sua estrutura são muito profissas e como disse Marc na entrevista de chegada, “never give up”. Mesmo sem velocidade para o treino classificatório, tem confiança no setup de corrida e na consistência da moto. Miller é muito guerreiro e Petrux não tem conseguido superar as adversidades que a equipe está encontrando. E a Ducati tem sido assim, quando não ganha o clima fica pesadão.

A Suzuki também tem custado a acertar as motos para o classificatório, o que obriga Rins a fazer corridas de recuperação. A GSXRR está mais rápida do que a Yamaha, mas o conjunto completo não é tão eficiente. O que é o conjunto completo? É a $$$$$$, pois o Suzuki GP, apesar de ser comandado pelo experiente e gente boa Davide Brivio, deve custar uma fração do esquema da Yamaha. Hoje Rins fez merda, bateu no Morbidelli. Acontece e ele foi lá pedir desculpas, uma imagem bacana e que a transmissão fez ficar meio forçada. Se esforçou muito o Rins, e sua moto dá gosto de ver a agilidade quando fica atrás de outra, presa em uma curva. A Suzuki parece ter a liberdade para escolher qualquer trajetória. Mir eu não vi na pista.

As KTMs hoje ficaram prejudicadas pela ausência do Espargaró, que quebrou a mão e ele é hoje o seu melhor piloto. Zarco foi afastado e Mika Kallio apesar de ótimo, não é um piloto para entrar brigando. Oliveira foi bem, visto em um pega infernal com Iannone, Rins e Petrux pelo décimo lugar.

O autódromo é lindo, um traçado maravilhoso e em uma região linda. Mas realmente, e como notou o Fausto Macieira na transmissão, menos cheio do que em outros anos. E um telespectador mandou mensagem certeira… é o Rossi andando atrás. É isso, o esporte precisa de símbolos e ídolos como o Rossi, populares e que sejam capazes de mobilizar torcidas. Marc é excepcional em cima da moto, mas fora dela não tem uma fração do carisma e apelo que o Rossi tinha com a mesma idade.

Hoje foi uma corrida pesadelo para Dorna. Título quase garantido com muitas etapas de antecedência, Rossi sumido na pista, Dovi conformado, pista mais vazia, Marc disparado na frente. Tudo o que a Dorna não precisa e não quer.

Abraços e vamos para a Tailândia. Reta final. Quase tudo resolvido no MotoGP. Que ruim. Parabéns ao Marc e ao HRC.

200 GPs, 26 anos…Agostini que se cuide.

Mário Barreto

Honda CB 250F Twister 2020: novas cores, e a confiabilidade e segurança de sempre

São Paulo, 30 de setembro de 2019
Honda CB 250F Twister 2020: novas cores, e a confiabilidade e segurança de sempre

Campeã de vendas no segmento, versões com freios CBS e ABS exaltam segurança e praticidade, atendendo os anseios de motociclistas experientes e novatos

A Honda apresenta a versão 2020 do modelo que é história de sucesso da marca. A nova CB 250F Twister é capaz de garantir economia e praticidade típica das utilitárias com características dinâmicas e estéticas das motocicletas de alta cilindrada. Em sua nova versão as atualizações estão na exclusiva cor amarelo com rodas em preto para a versão ABS e prata com rodas pretas e vermelha com rodas vermelhas na CBS.

Porta de entrada para a linha CB
Primeira moto da vida de muitos, degrau seguinte dos que querem um “upgrade” vindos das Honda Biz ou CG, escolha madura dos mais experientes; a CB 250F Twister é campeã de versatilidade, pois atende à todas as vertentes de usuários.

A excelência de seu conjunto formado por um motor moderno aliado a uma ciclística eficaz é destaque. Econômico e com ótimo desempenho, o monocilíndrico 4T arrefecido a ar de 249,5 cm3conta com cabeçote OHC – Overhead Camshaft – de quatro válvulas e é alimentado pela consagrada injeção eletrônica de combustível PGM-Fi – Programmed Fuel Injection. Alcança a potência máxima de 22,4 cv a 7.500 rpm quando abastecido com gasolina e 22,6 cv a 7.500 rpm abastecido com etanol, o torque de 2,28 kgf.m a 6.000 rpm com ambos combustíveis.

O chassi tubular de aço é do tipo Diamond, a suspensão dianteira é telescópica de 130 mm de curso e a traseira mono-amortecida, com mola dupla e 108 mm de curso. Nos freios, a CB 250F Twister oferece duas opções: o sofisticado sistema antitravamento eletrônico ABS, direcionado aos motociclistas mais experientes, e o sistema CBS – Combined Brake System – que equipa a versão de entrada da CB Twister, mais adequado a motociclistas novatos por combinar a frenagem em ambas as rodas.

A segurança das CB 250F Twister em qualquer das versões, seja com frenagem ABS ou CBS, é complementada pelos pneus radiais, equipamento padrão de modelos de alto desempenho, e cuja maior tecnologia resulta em benefício no quesito aderência, elevando a maneabilidade e estabilidade.

Ergonomia e design
O design da CB 250F Twister é reconhecido pela agressividade, típica das motocicletas da categoria naked. Elementos de elevada tecnologia tais como o painel black-out, dotado de um completo computador de bordo, e o conjunto de lanterna traseira e indicadores de direção full LED são típicos de modelos de prestígio.

A posição de pilotagem é outro destaque: o guidão, largo e elevado, possibilita a sensação de controle e facilidade de pilotagem. O banco de conformação em dois níveis e o posicionamento de pedaleiras, posicionadas para oferecer conforto mesmo em longos trajetos, resulta em ergonomia de referência.

Já disponíveis em toda rede de concessionários Honda, ambas versões da Honda CB 250F Twister tem 3 anos de garantia sem limite de quilometragem, mais sete trocas de óleo gratuitas. A Honda CB Twister ABS será oferecida na exclusiva cor amarela com rodas na cor preta. A Honda CB Twister CBS terá duas versões de cor: prata com rodas pretas e vermelha com rodas vermelhas. Os preços públicos sugeridos são R$ 14.490,00 (versão CBS) e R$ 15.490,00 (versão ABS), com base no Estado de São Paulo e não inclusos despesas de frete e seguro.

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CB 250F Twister ABS E CBS

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CB 250F Twister ABS

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CB 250F Twister CBS

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CB 250F Twister DET PAINEL

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CB 250F Twister DET ABS

Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Moto Honda da Amazônia, em Manaus, de onde saiu a primeira CG, até hoje o veículo mais vendido do Brasil. De lá para cá, a unidade produziu mais de 24 milhões de motos, além de quadriciclos e de motores estacionários que formam a linha de Produtos de Força da Honda no País, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores, entre outros. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, hoje a maior administradora de consórcios do mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados. Em 1997, a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção do Civic, em Sumaré (SP), de onde já saíram mais de 1,8 milhão de veículos. A segunda planta de automóveis da marca, construída na cidade de Itirapina (SP), concentrará, a partir de 2021, toda produção dos modelos locais, enquanto a unidade de Sumaré se consolidará como centro de produção de motores e componentes, desenvolvimento de automóveis, estratégia e gestão dos negócios do grupo Honda. Durante esses anos a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1.300 endereços. Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil. Saiba mais em www.honda.com.br ewww.facebook.com/HondaBR

Para a Fauna do Motociclismo.