E hoje o ForzaRio e o Tropic Thunder foram acompanhar a partida do Arcanjo Magaldi para seu novo rolé de moto no Sul das Américas.
Arcanjo significa “anjo principal” ou “chefe dos anjos”, vindo do grego archaggelos, que une arché (principal, chefe, começo) e ággelos (mensageiro). Os arcanjos existem para liderar os exércitos de Deus, lutar contra o mal, proteger o povo de Deus e transmitir mensagens divinas. Porém, tanto no Tropic Thunder como no ForzaRio, Arcanjo é apenas o “Coronel”, pois no ForzaRio o chefão sou eu e no Tropic Thunder o chefe é o Per. Em casa é soldado raso, pois quem manda “mermo” é a Luís(z)a.



Para quem foi curioso e clicou nos links acima, já viu que o ForzaRio é um fantástico motogrupo de motos italianas e que o Tropic Thunder é um motoclube de fanáticos da motocicleta americana Buell. Sim, existem e eu até já tive uma linda Buell Ulysses, que é a origem da minha amizade com o Arcanjo.
Dormi pouco, pois fui dormir meio tarde a as 5:30h eu já estava de pé para encontrar a galera no posto Ipiranga da Alvorada. Dali saímos antes das 7:00hs para um novo encontro na Dutra, onde esperaríamos pelo restante dos viajantes, que veio de Rio das Ostras, a cidade casa dos Tropic Thunders. Dia meio mexido de nuvens no céu, alguns até pegaram uma chuvinha logo cedo, mas fomos com firmeza e sem chuva até o posto BR do Belvedere na Dutra, onde paramos para um risole e esperamos a galera juntar.
O grupo viajante contou com o Arcanjo e sua Ducati Enduro, o Per Atle Gustafson com a Monica e sua Buell Ulysses, um cara com uma Royal Enfield Himalayan novinha e cheirosa e outro com uma outra Ducati Multistrada V2. Fui apresentado a todos, todos falaram seus nomes, mas peço desculpas, minha cabeça anda um verdadeira bosta para isso.



Demoraram um pouco e eu já estava até sacaneando sugerindo pedir um almoço, até que finalmente, perto das 9:00hs, começaram a sair. Digo começaram porque não esperei a partida. Primeiro para provocar uma aceleração nos movimentos deles, que estavam muito confortáveis conversando e causando inveja na galera. Segundo porque decidi com o Marcelo aproveitar o dia para dar um rolé, mas ele tinha um alvará curto, com duração de apenas meio dia, sob pena de lavar banheiros durante uns 2 meses. Aí não né?


Dali rumei para Paracambi, de tão boas lembranças, subimos para Engenheiro Paulo de Frontin, cuja estrada já foi toda consertada e está linda novamente. Subimos ainda mais, pela RJ-129 que nos deixa em Sacra Família. Fui fazer a clássica visita ao Sérgio na Fazendinha São Sebastião e de lá descemos pela RJ-125, passamos pelo maior parque de dinossauros do mundo, Japeri, Arco Metropolitano e finalmente embicamos pelo Roubódromo da Baixada Fluminense, onde sem avisar despachei o Marcelo e cruzei a uns 180 km/h de quinta, pronto para dar 230 e escapar de algum ganso.
Reagrupamos mais tarde na linha vermelha, eu com a bunda arrasada. A Ducati Desert X tem o banco duro. Cheguei em casa e dormi até agora. Ufa! Mas foi um bom dia. Vamos agora esperar pelas notícias e fotos desta grande e muito invejada viagem.










Que Deus os guie e proteja, as vezes a presença de um arcanjo pode ser pouco, é bom que Deus fique de olho. Amém.

