No rolé de sábado coloquei em prática a norma nova do ForzaRio, que é explorar cidades não conhecidas, sem ficar repetindo as mesmas batidas de sempre.
É uma complicação, pois a grande galera que tem que perguntar para a esposa se está ou não com vontade de passear de moto não pode ser imprecisa, o alvará tem que ser expedido para uma localidade conhecida e clara. Sabe-se lá o que tem nesta cidade desconhecida… é negado.
Como solteiro, o procedimento é mais tranquilo e desta vez fui para São José do Vale do Rio Preto. Fui pela BR-40, parei na Casa do Alemão de Itaipava para o obrigatório Trio. Que agora não é mais Trio, não tem mais a promoção com desconto, estão cobrando “full” pelas delícias. Mãos de vaca.

Voltei para a estrada e fui até Areal. Atravessei a cidade, saí na Posse, que é Petrópolis de novo, e por uma estrada esburacada mas bonitinha chega-se a São José do Vale do Rio Preto, que na verdade é marrom. O morro que separa Petrópolis de Teresópolis desce no vale deste rio e é lá que tem esta cidade.

Milhares de quebra-molas e milhares de igrejas de todos os tipos, com centenas de curvas até chegar. Cidade meio feia, sem maiores atrativos, encarapitada em uns morrinhos nas margens do rio, mas vale abastecer no Posto BR, onde a frentista lourinha é gatíssima. Não bati fotos dela porque fiquei com cagasso dela ser namorada do “lourão” do Posto BR, o cara parece que faz cross-fit.
De lá vc anda mais alguns quilômetros, e chega na linda BR-116 e pode escolher Além Paraíba ou Teresópolis e Friburgo.
Adorei, conheci uma nova cidade, um novo caminho, uma nova estrada, a Rodovia Bianor Esteves. Ali se produz vinhos, no Vale das 🍇. Missão cumprida, já pensando no próximo rolê.


