Primeiro contato com a Hypermotard 698

E ontem, feriado, dia lindo, tive a oportunidade de ter um primeiro contato, no sentido bíblico (com o motor ligado), com a novíssima Hypermotard monociclindro 698. Foi só um pequeno rolé, mas já deu para entender um pouco a motoca.

É vendida como a monocilindro mais potente do mundo, e tem pedigree para isso, pois o seu motor é mais ou menos a metade do motor Superquadro da Panigale, que é um canhão. Metade do Panigale e mais um tico, pois metade não daria 698. Tudo respira qualidade na bruta, peças boas (freios, manetes, pintura, rodas e tudo o mais).

Subi na bruta com dificuldade, pois é alta para a minha idade! A primeira impressão que veio é de leveza, versus o tamanho da moto. Ao ligar, o som é diferente, não se escuta uma Ducati monociclindro com frequência. É brabo, sobe de giro fácil e as descargas originais dão um som abafadinho nos baixos giros, mas grita quando aberto o gás.

Eu não pude abrir o gás… pilotei com a namorada medrosa na garupa e não foi possível acelerar forte, mas foi possível testar em “uso civil”, apostando em um rolé tranquilo no Aterro do Flamengo. E ela conseguiu fazer isso, com até um conforto e maciez surpreendentes. É um barato curtir a leveza e a manobrabilidade, com freios ótimos e aceleração sempre pronta. E, é um DESMO, coisa que daqui a pouco será minoria nas Ducatis….

Parece que vieram apenas 100 unidades para o Brasil, e que já acabaram, apesar do preço premium para uma monocilindro de 700cc. Ela custa o mesmo que uma X-Desert… mas é um bicho diferente. E quem tem grana para desejar e comprar Ducatis zero KM não é gente que fica contando dinheiro. Felizmente para a Ducati.

Outro dia farei um teste mais extenso com a moto, não faltará oportunidade para pilotar a moto. Obrigado Leo pela oportunidade.

Publicitário, Designer, Historiador, Jornalista e Pioneiro na Computação Gráfica. Começou em publicidade na Artplan Publicidade, no estúdio, com apenas 15 anos. Aos 18 foi para a Propeg, já como Chefe de Estúdio e depois, ainda no estúdio, para a Agência da Casa, atual CGCOM, House da TV Globo. Aos 20 anos passou a Direção de Arte do Merchandising da TV Globo onde ficou por 3 anos. Mudando de atuação mais uma vez, do Merchandising passou a Computação Gráfica, como Animador da Globo Computação Gráfica, depois Globograph. Fundou então a Intervalo Produções, que cresceu até tornar-se uma das maiores produtoras de Computação Gráfica do país. Foi criador, sócio e Diretor de Tecnologia da D+,depois D+W, agência de publicidade que marcou uma época no mercado carioca e também sócio de um dos primeiros provedores de internet da cidade, a Easynet. Durante sua carreira recebeu vários prêmios nacionais, regionais e também foi finalista no prestigiado London Festival. Todos com filmes de animação e efeitos especiais. Como convidado, proferiu palestras em diversas universidades cariocas e também no 21º Festival da ABP, em 1999. Em 2000 fundou a Imagina Produções (www.imagina.com.br), onde é Diretor de Animações, Filmes e Efeitos até hoje. Foi Campeão Carioca de Judô aos 15 anos, Piloto de Motocross e Superbike, mantém até hoje a paixão pelo motociclismo, seja ele off-road, motovelocidade e "até" Harley-Davidson, onde é membro fundador do Museu HD em Milwaukee. É Presidente do ForzaRio Desmo Owners Club (www.forzario.com.br) e criou o site Motozoo®, www.motozoo.com.br, onde escreve sobre motociclismo. É Mestre em Artes e Design pela PUC-Rio. Como historiador, escreve em https://olhandoacidade.imagina.com.br. Maiores informações em: https://bio.site/mariobarreto

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